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A nova política do Instagram


 O instagram foi adquirido, em setembro deste ano, pelo facebook e depois de oficializada a compra, era só uma questão de tempo para que as mudanças nos termos de serviço e política de privacidade da rede social fossem anunciadas.
 A partir de 16 de janeiro de 2013, então, as transformações serão postas em prática: nossas contas serão melhor analisadas e nos serão veiculados anúncios publicitários com base nos interesses de cada um. Além disso, será mais fácil realizar sorteios e consursos utilizando o serviço “Eventos”, que funcionará monitorando hashtags.
 Nada do que foi dito acima é polêmico, certo? É que o estardalhaço acerca da nova política do Instagram diz respeito a venda das fotos e informações dos usuários para empresas terceiras, parceiras da rede social. A partir da data já mencionada, toda a informação que estiver, nas configurações do seu perfil, aberta ao público, estará sujeita a ser vendida para tais companhias (e você não recebera nenhuma parcela do valor). 
 Mesmo as fotos que você remover permanecerão salvas no banco de dados deles e estarão sujeitas a serem usadas para qualquer fim, sobretudo o publicitário. Claro que a veiculação de tais imagens será feita sem a exposição de dados pessoais do usuário, mas isso não necessariamente é uma coisa boa. Imagina como seria para um fotografo, que utiliza o instagram como meio de divulgação do seu trabalho, ver uma das suas obras sendo utilizada numa campanha, sem a exibição dos devidos créditos e, ainda, sem ganhar nada por isso?
 Este é o motivo que está fazendo com que diversos profissionais deletem suas contas antes, sequer, do inicio de janeiro.
 Se você também não concorda com a posição da rede e pretende abandonar o serviço, existem sites que nos permitem realizar o backup das nossas fotos, como por exemplo, o Instaport. (http://instaport.me/)


Mais uma polêmica com a Zara


 Depois daquela polêmica de a marca utilizar mão de obra escrava para confecção das suas roupas, a Zara sofre novas acusações que questionam a ética da empresa. Dessa vez, porém, o problema é ambiental.
 O Greenpeace iniciou uma campanha para que as fabricas têxteis parassem de poluir os cursos d'água com os produtos quimicos (e tóxicos) utilizados no processo de fabricação das suas peças (e que nelas permanecem mesmo na fase de consumo). Várias marcas importantes aderiram a campanha e se comprometeram com a desintoxicação. A Zara não foi uma delas.
 Foi criada então, uma campanha específica para pressionar a marca, e você pode aderir a ela aqui.




 Além do site, foi criada também uma conta no pinterest, denunciando quando aos compostos encontrados nas peças e os seus efeitos no ambiente e no organismo humano.

 Você não vai ficar passivo diante disso, vai?

Scary Beautiful


 Tem salto que é tão alto que parece que a mulher vai quebrar a perna não é? Não é. Você nunca mais vai usar essa hipérbole depois de hoje.
 É que hoje eu vou apresentar a vocês um sapato que realmente dá essa sensação, mas calma, é tudo proposital.

 Tantas mulheres se torturam, fazem de tudo para atingir um padrão de beleza inatingível e há tanta polêmica acerca do assunto, que o artista Leanie Van der Vyver e o designer René van den Berg se juntaram e criaram um sapato que nos propõe uma reflexão sobre o tema.
 A obra (de arte) transforma a mulher numa “curupira-très chic” bem torta, uma vez que por ser calçado ao contrario, o salto obriga a moça a ficar com os joelhos dobrados o tempo todo.


Como se não bastasse o design e o conceito belíssimos, a cineasta Lyall Corbun se juntou à dupla e fez um “curta” tão perturbador quanto belo. Confira:


 Na produção, nós percebemos a dificuldade da modelo em andar, a sua preocupação em estar bonita e manter a elegância. Ela pensa um pouco, encara o sapato bizarro, o calça, arruma o vestido, se analisa e começa a andar; seu rosto imparcial tenta negar aquilo que seu corpo reflete. O trabalho é lindo e o conceito louvável (ainda mais se você pensar que um designer de sapatos - O René - está envolvido).

As bonecas vivas


 Ainda na deixa das Zombarbies, hoje eu vou falar de um assunto que, para uns, talvez seja tão assustador quanto o anterior. Trata-se da Barbie humana, extremamente famosa na internet (você já deve ter ouvido falar).





 Ela é a ucraniana Valeria Lukyanova, e já afirmou várias vezes nunca ter passado por nenhum procedimento cirúrgico, mas será que alguém acredita?



  Se você ficou curioso e quer ver várias fotos da moça, clique aqui ou aqui (onde você também pode ver vídeos).

 Valeria não é a única boneca viva por aí.  Outra ucraniana, a Anastasiya Shpagina é famosa por parecer um personagem de mangá (mas no caso dela, a maquiagem é que faz todo o trabalho), 



assim como a blogueira japonesa Kota Koti 


e a jovem Venus Angelic.


 Um novo tipo de celebridade virtual está surgindo. Com muito contorno no nariz, as “bonecas humanas” tomam conta da internet. 
 Não vamos negar que é divertidissimo ficar vendo as fotos dessas garotas, mas sera que isso tudo é saudável para elas? Qual a sua opinião? Não deixe de comentar!

A arte de se riscar


 As tatuagens existem há milhares de anos e sempre serviram para identificar tribos ou registrar fatos marcantes na vida das pessoas.
 O objetivo dos tatuados não mudou com o passar dos anos. O principal motivo que leva tanta gente até um estúdio para sentir dor e sair de lá com uma marca permanente em seu corpo ainda é registrar fatos marcantes da sua vida ou se enquadrar em alguma tribo. A diferença é que o ato de se riscar (permanentemente) hoje, é uma expressão de arte e, como toda boa expressão de arte, envolve conceitos.
 Vem me incomodando a crescente popularização da tatuagem. Não porque sou contra elas, muito pelo contrario, sou apaixonada pelos corpos que contam histórias. Mas a questão está exatamente aí: já não são todos os corpos tatuados que contam histórias, ou histórias interessantes. Poucos têm um conceito quando decidem se tatuar ou um significado realmente importante para dar ao desenho, apenas acham bonitinho e fazem, como se estivessem comprando um acessório qualquer.
 Tatuagem é moda e as pessoas estão fazendo as suas, muitas vezes, sem refletir que toda moda é passageira, mas as tatuagens não são.
 De uma forma ou de outra, separei algumas imagens bacanas para inspirar aqueles que planejam fazer a sua. Para os que não têm coragem ou vontade, apenas apreciem, não custa nada e é inegável a beleza dessa arte.